Mulheres na Literatura











{09/10/09}   Escritoras Famosas

Abaixo temos algumas representantes do feminino na literatura:

J. K. Rowling

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Cecília Meireles

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Clarice Lispector

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Jane Austin

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Florbela Espanca

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Ana Maria Machado

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Stephanie Meyer

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Ruth Rocha

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Roseana Murray

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Lygia Fagundes Telles

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Kate White

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Meg Cabot

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Kate Mosse

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Lya Luft

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{08/10/09}   Romantismo x Realismo

É, as mulheres românticas eram PERFEITAS. Pelo menos era assim que eram retratadas nos livros. Vistas como algo inalcançável, elas eram idolatradas e ausente de defeitos. Temos como exemplo:

•Aurélia – Senhora (José de Alencar)

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•Teresa Dias – Amor de Perdição (Camilo Castelo Branco)

Teresa

• Carolina – A Moreninha (Joaquim Manoel de Macedo)

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Já as mulheres realistas tinham defeitos e começaram a ser vistas com desejo pelos homens, um ser sedutor que poderia causar a felicidade eterna ou a pior tragédia em segundos. Como exemplo:

• Capitu – Dom Casmurro (Machado de Assis)

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• Luísa – O Primo Basílio (Eça de Queirós)

Luísa

• Helena – Helena (Machado de Assis)

Helena



Filme

Orgulho e Preconceito”, a obra literária, é de autoria da escritora inglesa Jane Austen (1775-1817) e foi publicado a primeira vez em 1813. Jane Austen foi uma mulher de uma categoria social subalterna. Era filha de um pastor protestante, que teve numerosa prole, e nunca se casou. Esses aspectos moldaram tanto uma mulher de caráter independente quanto uma escritora com arguta pena ao retratar a sociedade inglesa da sua época, com seus maneirismos, hipocrisias e, sobretudo, a marginal condição feminina. Todas essas questões eram apresentadas em histórias notoriamente românticas, com heroínas que iam da ingenuidade à resoluta coragem. Pelo fato de a autora ser mulher e produzir histórias românticas, foi imerecidamente mal recebida pela crítica, mas era um sucesso de público. O talento de Jane Austen e o tempo fizeram com que sua obra se perpetuasse e seu nome fosse marcado como uma das grandes personalidades da Literatura Inglesa.

O argumento básico de “Orgulho e Preconceito”, considerada a obra-prima de Austen, é a história de amor entre o aristocrata “Mr. Darcy” e uma jovem de uma classe inferior “Elizabeth Bennet”. A história principia com a chegada de dois aristocratas a uma localidade provinciana. O primeiro é o nosso herói o “Mr. Darcy” e o segundo, seu amigo, o “Mr. Bingley”. Ambos vão ao baile local e encontram suas futuras paixões. “Mr. Bingley” a “Jane Bennet”, que é a irmã mais velha de “Elizabeth Bennet”, a paixão do “Mr. Darcy”. O primeiro casal apaixona-se imediatamente, mas o segundo, “Mr. Darcy” e “Elizabeth Bennet”, a princípio, terão que resolver alguns mal entendidos e seus respectivos temperamentos. À primeira vista, a obra não parece muito animadora, pois lembra apenas uma daquelas historinhas “aguinha com açúcar”. Pelo menos é o que a crítica pensava. Para retirar essa má impressão, deixe-me apresentar somente os dois primeiros parágrafos:

“É uma verdade universalmente conhecida que um homem solteiro, possuidor de boa fortuna, deve estar necessitado de esposa.

Por pouco que os sentimentos ou as opiniões de tal homem sejam conhecidos, ao se fixar numa nova localidade, essa verdade se encontra de tal modo impressa nos espíritos das famílias vizinhas, que o rapaz é desde logo considerado a propriedade legítima de uma das filhas.”

Perceberam o sarcasmo e a finíssima ironia? É lógico que a narrativa de “Orgulho e Preconceito” é romântica com óbvio final feliz, mas não é trivial. Jane Austen, em meio ao romantismo, fez um crítico retrato da sociedade inglesa do final do século XVIII. A marginalização da condição da mulher naquela sociedade é a questão fundamental. “Jane” e “Elizabeth Bennet” são duas das cinco filhas do Sr. e Sr.ª Bennet, que se não as casarem as deixarão desamparadas. Afinal, o modesto patrimônio do Sr. Bennet iria par ao seu primo o Sr. Collins. Naquela época e sociedade, as mulheres não tinham o direito à herança de propriedades.

O enredo do filme manteve a essência do livro. Houve apenas, por parte do filme, a condensação de algumas tramas e personagens secundárias, para tornar a narrativa mais dinâmica. A versão cinematográfica a que me refiro, já que “Orgulho e Preconceito” possui várias, é a de 2005 do diretor Joe Wright. A direção de Arte, cenários, figurinos, entre outros adereços, mais a bela fotografia e as belíssimas locações, onde provavelmente Austen teria ambientado sua obra, transportam-nos para a Inglaterra do final do século XVIII. Somos levados sem percebermos isso e, quando nos damos conta, ansiamos aflitivamente pelo esperado epílogo. É mágico. O mesmo fato acontece com livro. Ele nos prende casualmente sem nos atermos e quando nos damos conta só o deixamos quando conseguimos terminá-lo.

Ficha Técnica e Curiosidades:

“Orgulho e Preconceito”

(Título original: Pride & Prejudice”).


Ano: 2005.

País: Inglaterra/França/Estados Unidos.

Gênero: Drama/romance.

Duração: 127 min.

Elenco:

Ator/Atriz Personagem

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Keira Knightley……………..Elizabeht Bennet.

Atriz inglesa, ela é muito bem cotada em Hollywood. Nos Estados Unidos e do grande público, ela é mais conhecida da série cinematográfica “capa & espada” Os Piratas do Caribe. Faz a heroína. Tem uma boa participação, que merece ser vista, em outro filme de época chamado “A Duquesa”.

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Matthew Macfadyen……….Mr. Darcy.

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Donald Sutherland………….Mr. Bennet.

Grande ator canadense que colecionou altos e baixos um tanto drásticos na carreira. Participou de extraordinárias e inovadoras produções como o corrosivo M*A*S*H* e inglórias como “Buffy – A caça vampiros”. Independente disso é sempre bom vê-lo em uma boa produção.

Judi-Dench

Judi Dench……………………Lady Catherine de Bourg.

Extraordinária atriz inglesa que simplesmente dispensa comentários. Porém, tenho uma dica, confira “Notas sobre um escândalo”, em que Dench divide a cena com a não menos extraordinária Cate Blanchett.

Tom

Tom Hollander………………Mr. Collins.

Excelente ator inglês, que não é muito conhecido do público brasileiro a não ser por sua participação nos episódios 2 e 3 de “Os Piratas do Caribe”. Não faz o padrão galã “hollywoodiano”. Em “Orgulho e Preconceito” faz o indigesto Mr. Collins, o primo do Sr. Bennet que herdará a propriedade. Sua personagem não chega ser uma vilão na obra de Jane Austen. O ator maravilhosamente, nas poucas cenas em que aparece, traduz essa característica.

“Orgulho e Preconceito” teve várias versões cinematográficas. Merecem destaque, por suas curiosidades, uma versão indiana intitulada “Noiva e Preconceito” e uma versão adaptada para os dias atuais, essa muito conhecida do público, “O Diário de Bridget Jones”.

Fonte

Assistimos o filme, e é LINDOO!!!!!!  *–* Não dá pra parar de assistir, porque a história te prende de tal forma que você não consegue saber qual vai ser o final. Os atores são ótimos e incorporam muito bem cada personagem. Elisabeth (Keira) é uma mulher ousada para a sua época, pois questiona os costumes ingleses (como o de toda mulher ter de ser “prendada”), uma personagem extremamente inteligente, romântica e ao mesmo tempo realista. Apaixona-se, justamente, por um homem rico e  épico que a menospreza por ser pobre.


Um filme que envolve a paixão e a realidade predominante na Inglaterra do séc. XVIII.



et cetera